terça-feira, 14 de maio de 2013

Ora-pro-nóbis - Várias Receitas Uma planta rica em proteínas que pode minimizar a fome do Brasil.

Ora-pro-nóbis - Várias Receitas

 
Uma planta rica em proteínas que pode minimizar a fome do Brasil. É um cactos trepadeira que apresenta folhas suculentas e comestíveis, tem flores lindas (brancas) que duram apenas um dia. Tem 25,4% de proteína; vitaminas A, B e C; minerais como cálcio, fósforo e ferro. Passa ao alimento bela cor verde inclusive em pão e macarrão, enriquece saladas, refogados, sopas, omeletes, tortas e o arroz-com-feijão. Porque não tem uma ação concreta sobre isso??? Ainda bem que o Sidney Antonio  de Guarapari/ ES pediu uma receita de costelinha com Ora-pro- nóbis e ai contei sobre ela.
Torta de Ora-Pro-Nóbis

Ingredientes:
1 kg de filé de peito de frango
1 cebola média picada
1 tomate picado
5 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 colher (sobremesa) de fermento
2 colheres (sopa) de azeite
1/2  xícara de requeijão
1/2  litro de leite
Tempero
1 ovo
1 maço de ora-pro-nóbis
1 colher (sopa) de manteiga
3 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de manteiga
1/4 de xícara de leite
Sal

Preparo:
Recheio:
Coloque o azeite na panela e doure o frango.
Acrescente o tempero.
Molho Branco:
Coloque manteiga e um pouco do leite.
Quando ferver, acrescente a farinha dissolvida no restante do leite.
Deixe cozinhar e acrescente o requeijão.
Na panela do frango, acrescente cebola, tomate e ora-pro-nóbis.
Misture ao molho branco.
Reserve o recheio.
Massa:
Misture a farinha de trigo, manteiga, fermento, sal, ovo, o leite.
Abra a massa envolvendo toda a fôrma.
Coloque o recheio e cubra com a massa.
Pincele uma gema de ovo para dourar.
Leve ao forno por 30 minutos, até assar.
 
Tortinha de Ora-Pro-Nóbis 

Ingredientes:
6 xícaras de ora-pro-nóbis picadinha
14 colheres de farinha de trigo com fermento
7 ovos
4 colheres de manteiga
2 colheres de amido de milho (maisena)
2 xícaras de leite
1 xícara de bacon picado em cubos
3 cebolas grandes picadas em cubos
Sal e alho
1 de caldo de carne
3 tomates picados
 
Preparo:
Refogue a manteiga o alho e frite o bacon.
Acrescentar a cebola e deixe dourar.
Acrescente o tomate, três ovos e uma pitada de sal.
Mexa e deixe refogar.
Acrescente a ora-pro-nóbis picada.
Dissolva o caldo de carne num pouco de leite e adicione ao restante dos ingredientes.
Dissolva a maisena em uma xícara de leite e coloque no refogado.
Deixe ferver.
 
Preparo:
Junte a farinha de trigo, quatro colheres de manteiga e sove bem.
Acrescente o sal e os três ovos, misture e sove a massa.
Divida a massa ao meio.
Coloque metade para forrar a fôrma e a outra metade para cobrir.
Abra bem a massa para ficar fininha.
Forre a fôrma, adicione o recheio e cubra com a massa.
Aperte bem nas beiradas.
Pincele com uma gema de ovo.
Leve ao forno durante meia hora.
 
Pão Verde com Ora-Pro-Nóbis

Ingredientes:
50 g de fermento para pão
1/2 copo de água morna
1/2 copo de água fria
2 colheres (sopa) de margarina
2 ovos inteiros
1 colher (sopa) rasa de açúcar
1 colher (sobremesa) de sal
500 g de farinha de trigo (pode ir um pouco mais ou menos, dependendo do ponto da massa)
100 g de folhas de ora-pro-nóbis
 
Preparo:
Dissolva o fermento juntamente com açúcar na água morna.
Misture em seguida os ovos, a margarina e o sal.
Reserve.
Coloque as folhas de ora-pro-nóbis no liquidificador e bater com a água fria.
Junte aos ingredientes reservados, adicionando a farinha até que a massa comece a soltar das mãos.
Sove bem e deixe descansar até que dobre de volume.
Divida a massa em dois pães e colocar novamente para crescer.
Leve para assar em forno já aquecido.
 
Costelinha com Ora-Pro-Nóbis

Ingredientes:
1 kg costelinha porco picada
2 1/2 litros água
1 colher (sopa) gordura
1 colher (sopa) sal com alho
1 cebola média ralada
1 colher de urucum
1 folha louro
1/2 cálice cachaça
1/2 cálice limão
Ora-pro-nóbis picado
Cheiro-verde
Pimenta
 
Preparo:
Lave as costelinhas, coloque em uma panela, cubra com água, junte a cachaça e o limão
Leve ao fogo para uma leve fervura.
Escorra e reserve.
Leve ao fogo uma panela
Aqueça a gordura e junte as costelinhas para fritar levemente.
Retire o excesso de gordura que ser formar, acrescente o sal com alho, a cebola e por último o urucum. Deixe pegar cor, pingue água, junte a folha de louro e tampe.
Deixe cozinhar e vá pingando mais água, até a carne amaciar bem e formar um caldo suculento.
Acerte o tempero e retire do fogo.
Lave e escorra o ora-pro-nóbis, pique e cubra as costelinhas.
Não mexa.
Sirva com angu e arroz com alho.
 
 
Frango com Ora-Pro-Nóbis 

Ingredientes:
2 1/2 kg de frango picado
6 dentes alho amassados
1 colher (sopa) de colorau
1 xícara óleo de soja
2 caldo de galinha
2 maços ora-pro-nóbis (sem talo)
Sal 
 
Preparo:
Lave bem o frango com limão.
Coloque o alho e óleo em uma panela e junte o colorau.
Refogue o frango até prefritar.
Cubra com água até cozinhar bem.
Misture o ora-pro-nóbis, tampe a panela por cinco minutos sem mexer.
Sirva com arroz e angu.
Rende 08 porções

domingo, 12 de maio de 2013

Papa Francisco: a verdadeira oração faz-nos sair de nós mesmos abrindo-nos às necessidades dos outros






◊   Cidade do Vaticano (RV) - A verdadeira oração faz-nos sair de nós mesmos e nos abre ao Pai e aos irmãos mais necessitados: foi o que disse o Papa Francisco na manhã deste sábado durante a missa presidida na Casa Santa Marta, no Vaticano. Encontravam-se presentes alguns agentes da Gendarmaria Vaticana e um grupo de jornalistas argentinos com as suas famílias.

A homilia do Santo Padre concentrou-se no Evangelho do dia, no qual Jesus diz: "Se pedirdes ao Pai alguma coisa em meu nome, Ele vos dará" (Jo 16,23b). "Há algo de novo, aí – explicou – há algo que muda: é uma novidade na oração. O Pai nos dará tudo, mas sempre no nome de Jesus."

O Senhor sobe ao Pai, entra "no Santuário do céu", abre as portas e as deixa abertas porque "Ele mesmo é a porta" e "intercede por nós", "até o fim do mundo", como um sacerdote:

"Ele intercede por nós diante do Pai. Isso sempre me agradou. Jesus, na sua ressurreição, teve um corpo belíssimo: as chagas da flagelação, dos espinhos, desapareceram, todas. Desapareceram as marcas dos açoites. Mas Ele quis manter sempre essas chagas, e as chagas são precisamente a sua oração de intercessão ao Pai: 'Mas... olhe... peça isso em meu nome, olhe!' Essa é a novidade que Jesus nos diz. Diz-nos esta novidade: confiar em sua paixão, confiar em sua vitória sobre a morte, confiar em suas chagas. Ele é o sacerdote e este é o sacrifício: as suas chagas. E isso nos dá confiança, hein! Nos dá a coragem de rezar."

Muitas vezes nos entediamos na oração, observou o Pontífice, que acrescentou: a oração não é pedir isso ou aquilo, mas é "a intercessão de Jesus, que diante do Pai lhe mostra as suas chagas":

"A oração ao Pai em nome de Jesus faz-nos sair de nós mesmos; a oração que nos entedia está sempre dentro de nós mesmos, como um pensamento que vai e vem. Mas a verdadeira oração é sair de nós mesmos rumo ao Pai em nome de Jesus, é um êxodo de nós mesmos."
-Mas como "podemos reconhecer as chagas de Jesus no céu?" – perguntou-se o Santo Padre – "Onde está a escola onde se aprende a conhecer as chagas de Jesus, essas chagas sacerdotais, de intercessão? Há outro êxodo de nós mesmos em direção às chagas dos nossos irmãos: dos nossos irmãos e das nossas irmãs necessitados":

"Se não conseguirmos sair de nós mesmos rumo ao irmão necessitado, rumo ao doente, ao ignorante, ao pobre, ao explorado, se não conseguirmos sair de nós mesmos rumo àquelas chagas, jamais aprenderemos a liberdade que nos leva à outra saída de nós mesmo, rumo às chagas de Jesus. Existem duas saídas de nós mesmos: uma em direção às chagas de Jesus, a outra em direção às chagas dos nossos irmãos e irmãs. E esse é o caminho que Jesus quer em nossa oração."

"Este é o novo modo de rezar: – concluiu o Papa Francisco – com a confiança, a coragem que nos dá saber que Jesus está diante do Pai mostrando-lhe as suas chagas, mas também com a humildade daqueles que vão conhecer, encontrar as chagas de Jesus em seus irmãos necessitados" que "ainda carregam a Cruz e ainda não venceram, como Jesus venceu". (RL)

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Ajuda-me a dizer sim ao Projeto de Deus para a minha vida.


Às vezes penso minha missão apenas como resultados positivos, adesões, alegrias. Jesus alerta que muitas vezes, a mensagem não será acolhida, aceita e também, a pessoa do discípulo e missionário. 

É difícil, mas devo ter em consideração também este tipo de reação. Porém, jamais duvidar que o Espírito Santo está conosco. Os bispos, em Aparecida, assim falaram o Espírito: “O Espírito Santo, com o qual o Pai nos presenteia, identifica-nos com Jesus-Caminho, abrindo-nos a seu mistério de salvação para que sejamos seus filhos e irmãos uns dos outros; identifica-nos com Jesus-Verdade, ensinando-nos a renunciar a nossas mentiras e ambições pessoais, e nos identifica com Jesus-Vida, permitindo-nos abraçar seu plano de amor e nos entregar para que outros “tenham vida n’Ele”. (DAp 137).

Espírito santificador, a ti consagro a minha vontade:
Ajuda-me a dizer sim ao Projeto de Deus para a minha vida.
Dá-me a fortaleza. 

Jesus envia o Espirito Santo - Jo 15,26–16,4a

“Quando, porém, vier o Defensor que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da Verdade, que procede do Pai, ele dará testemunho de mim. E vós, também, dareis testemunho, porque estais comigo desde o começo.
Eu vos disse estas coisas para que vossa fé não fique abalada. Sereis expulsos das sinagogas, e virá a hora em que todo aquele que vos matar, julgará estar prestando culto a Deus. Agirão assim por não terem conhecido nem ao Pai, nem a mim. Eu vos falei assim, para que vos recordeis do que eu disse, quando chegar a hora.”


O que o texto me leva a dizer a Deus?
Senhor Jesus Cristo, Caminho, Verdade e Vida,
rosto humano de Deus e rosto divino do homem,
acendei em nossos corações o amor ao Pai que está no céu
e a alegria de sermos cristãos.

Dai-nos sempre o fogo de vosso Santo Espírito,
que ilumine as nossas mentes
e desperte entre nós o desejo de contemplar-vos,
o amor aos irmãos, especialmente aos aflitos,
e o ardor por anunciar-vos no início deste século. 

Fonte portal paulinas 6 maio 2013

sábado, 4 de maio de 2013

Precisamos de pessoas apaixonadas pela causa !!!




Publicado por Roberta Machado da Rosa Ferreira   

Há 19 anos, a Irmã Vera Lúcia Altoé ingressou na Pastoral da Criança. Ligado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Pastoral é uma das organizações de maior importância na realização de trabalhos voltados para a promoção do desenvolvimento integral das crianças. À frente da instituição desde 2008, Irmã Vera tem percorrido todo o país para conhecer e promover todas as pastorais espalhadas nas paróquias.

Pertencente a Congregação das Irmãs da Imaculada Conceição de Castres e natural de Cachoeiro de Itapemirim (ES), Irmã Vera afirma que o maior desafio em seu mandato é “animar os líderes para permanecer no trabalho e convidar outras pessoas para a pastoral”. Irmã Vera começou o trabalho na Pastoral quando foi morar numa favela situada no Jardim Vitória, em Cuiabá (MT).
Hoje, a religiosa participa de um encontro com líderes da Pastoral da Criança em Caicó. Ontem, a reunião foi em Mossoró. A visita ao Estado começou sexta-feira passada, em Natal, onde conversou com nossa reportagem. Confira a entrevista:
Qual sua missão na coordenação da Pastoral?
Como coordenadora nacional, tenho como missão estar presente em todos os Estados e nas mais de 300 diocese. Viajo quase toda semana Brasil afora. Minha maior missão é manter animada a liderança da Pastoral da Criança.
E nessas viagens, o que a senhora está encontrando?
Encontro muitas pessoas animadas, comprometidas realmente com a causa da Pastoral da Criança e encontro também muitos desafios como crianças que ainda estão morrendo por causas preveníveis. Um desafio muito grande é que em todo posto de saúde tivesse a primeira dose de antibióticos. Às vezes nossas crianças têm febre ou outra coisa, a mãe vai ao posto e não tem o remédio. De repente a gente perde uma vida por nada. Outro grande desafio é a falta de liderança para a Pastoral.
Como está o cenário no RN?
Por exemplo, aqui no Rio Grande do Norte, foi constatado pelo Censo 2010, que existem mais de 200 mil crianças pobres. Talvez não encontremos essas crianças jogadas por aí, mas o censo apontou para esse número. Hoje, aqui no Estado, estamos atendendo apenas 20 mil crianças. Ou seja, são 180 mil crianças sem receber realmente essa pastoral em suas vidas, em suas casas. Isso é um grande desafio porque temos o olhar para cá e sabemos que não temos pessoas capacitadas e apaixonadas pela causa.
E como despertar a paixão nas pessoas por esta causa?
Na realidade, em todas as paróquias já existe a Pastoral da Criança. Os padres sabem disso. As pessoas que realmente se identificam com a causa deveriam estar buscando essas paróquias. O que estamos lançando como ideia é de que cada líder trouxesse pelo menos mais um líder. É missão do líder fazer com que mais uma pessoa se apaixone, se encante pelo trabalho. Esse é um compromisso não só aqui no Rio Grande do Norte, mas em todo Brasil estamos implantando essa ideia. Para encontrar cinco ou seis pessoas, é difícil, mas uma é mais fácil. E isso têm dado certo. E a gente tem pensado bastante numa proposta de um padre lá de Sergipe que diz que para a gente convidar as pessoas, não podemos convidar uma vez somente. Tem que convidar a mesma pessoa pelo menos três vezes. Na primeira vez a pessoa diz que não pode, não quer. Na segunda, ela já diz que vai pensar. Na terceira, ela já se trabalhou e viu que vale a pena e entra.
Como a senhora avalia os programas sociais do Governo Federal, como o Bolsa Família, o Brasil Carinhoso? Eles não estão atingindo o objetivo?
Na realidade, o que a gente tem que levar em consideração é que não podemos ter os olhos fechados. Esses programas têm dado uma ajuda, mas ainda são paliativos. Conviver com esse pouco dinheiro que vem é insuficiente para algumas realidades. É preciso ter outro meio para que as pessoas não vivam apenas dessa doação da presidência. É preciso ter um meio de sobrevivência. Isso nos preocupa muito.
Em Brasília, temos a chamada “bancada evangélica” que parece ser bem atuante. Não é tão perceptível assim a atuação de parlamentares que se identificam com a Igreja Católica...
Não existe a “bancada católica”, né? Por isso não aparece nada...
A senhora percebe isso? Falta apoio político para o trabalho da Pastoral, por exemplo?
Penso que há muitos políticos católicos que ajudam, mas falta a expressão realmente. Ainda é pouco. Penso que os políticos ajudam, colaboram, mas não é tão expressivo. Acho que, nós católicos, somos um pouco covardes quando falamos de nossa igreja. Já nossos irmãos evangélicos têm mais abertura. Nós, católicos, somos muito retraídos. Não sei se é porque somos maioria e, às vezes, achamos que o mundo é todo nosso.
E como está a presença da Pastoral da Criança no Brasil?
Hoje, atendemos mais de um milhão de crianças por mês. Temos mais de 200 mil voluntários espalhado no Brasil todo e mais 20 países. A pastoral está em quase quatro mil municípios e em todas as dioceses, quase todas as paróquias. Estamos lutando para poder implantar a pastoral justamente porque falta liderança. Esse é o desafio. Se tivéssemos mais pessoas encantadas com a causa, quem sabe não teríamos mais crianças sendo atendidas.
É impossível falar em Pastoral da Criança sem lembrar da figura da Dra. Zilda Arns. A senhora que trabalhou diretamente com ela, qual a lembrança que a senhora tem dela?
O que ela deixou foi a mensagem que a Pastoral da Criança foi criada para atender as classes mais humildes e excluídas da sociedade. Ela tinha um amor muito grande pelas crianças, gestantes e sobretudo pelos pobres. Era uma mulher apaixonada e não media esforços. Aonde tinha que falar sobre a pastoral, seja com senador, deputado, bispo, ela estaria. Foi uma mulher muito ousada, querida e apaixonada pela causa.
Tribuna do Norte (Natal/RN) – Natal – 02/12/2012 – Pág. 5 - colaboração Roberto Luce

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Mensagem do Evangelho do dia 05 de maio de 2013

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Desde 2012, a Pastoral da Criança está produzindo vídeos de até dois minutos relacionados às mensagens do Evangelho de cada domingo. Apresentados pela coordenadora nacional, irmã Vera Lúcia Altoé, os vídeos disponíveis na página da Pastoral da Criança no facebook têm alcançado, a cada edição, cerca de 8 mil visualizações diretas.
"As mensagens são inspiradoras"; "são lindas" ou "trazem bons ensinamentos": assim a rede de voluntários que atua em todo o país tem se manifestado sobre a iniciativa da Pastoral da Criança. "Nossa intenção é oferecer uma oportunidade para a elevação espiritual e reflexão sobre os ensinamentos que a Bíblia traz, o cultivo das virtudes, do amor ao próximo e o incentivo para a construção de uma sociedade mais fraterna e solidária", diz Clóvis Boufleur, gestor de relações institucionais da Pastoral da Criança.
Em linguagem de fácil entendimento para o público, os vídeos podem ser apresentados nas paróquias nas celebrações de missas, antes da benção final. Muitas sugestões para o aproveitamento dos vídeos estão chegando à coordenação nacional. Postadas no facebook até agora às sextas-feiras, as próximas edições serão liberadas já na quinta-feira para atender a equipe que faz o programa de rádio Viva a Vida, no Ceará. A rede de voluntários pode, também, utilizar os vídeos ou apenas o áudio das mensagens para motivar reuniões de Celebrações da Vida e outros eventos nas comunidades acompanhadas, sugere Clóvis Boufleur.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Saber esperar o tempo de Deus



Bom dia !
Devemos saber esperar.
Sobretudo devemos saber esperar os tempos de Deus, que nem sempre coincidem com os nossos.

Deus nunca falta, mas nós queremos que Ele aja segundo a nossa vontade e no tempo que determinamos. Principalmente quando estamos diante de uma grande necessidade.

O melhor a se fazer é entregar-se completamente a Deus no seu tempo e viver o momento presente da melhor maneira que pudermos.
Amar em cada situação e deixar que o tempo de Deus nos alcance, pois para nós é impossível entrar e alcançar o seu.
Para hoje, dia 30 de abril de 2013:


"SABER ESPERAR"
Abraços, Apolonio

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Sopa de mandioca


Ingredientes:

500g de mandioca; 2 colheres (sopa) de manteiga; 1 cebola picadinha; 2 tomates grandes, sem pele, picados; 8 xícaras (chá) de água; sal e pimenta do reino à gosto; 2 colheres (sopa) de salsinha e cebolinha verde picada.

Preparo:

Descasque a mandioca e corte em pedaços. Coloque 1 colher(sopa) de manteiga numa panela e leve ao fogo médio. Adicione a cebola, o tomate e a cebolinha verde e cozinhe durante 10 minutos. Acrescente a água, tampe e cozinhe em fogo baixo até que a mandioca fique macia. Bata tudo no liquidificador. Tempere com sal e pimenta do reino à gosto. Cozinhe em fogo baixo, sem tampa, até que engrosse. Adicione a colher(sopa) de manteiga restante, a salsinha e sirva a seguir.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Cartelas "Laços de Amor": mês a mês, os cuidados com a gestação






Assim como o Guia do Líder, livro de referência para todos os trabalhos da Pastoral da Criança, o conjunto de cartelas "Laços de Amor" é importante instrumento que auxilia a atividade do líder no acompanhamento da gestante.

A cada mês, as gestantes acompanhadas recebem do líder uma cartela com as principais informações sobre o desenvolvimento do bebê, as alterações no corpo da mulher, incentivos a que faça seu pré-natal. São mensagens que motivam a autoestima da futura mãe e fazem com que ela acompanhe mês a mês o desenvolvimento do seu filho e os cuidados que deve ter com sua gestação.

No Brasil, muitas crianças morrem nos primeiros dias de vida, a grande maioria por causas que podem ser prevenidas. Por isso, é muito importante realizar o mutirão em busca das gestantes da comunidade. Quando o líder acompanha a gestante desde os primeiros meses é possível ajudar a mãe e o bebê a terem melhores condições de saúde física, mental e emocional.

As cartelas "Laços de Amor" são atualizadas para acompanhar o Guia do Líder. Em 2010 incluiu a cartela da campanha "Dormir de barriga para cima é mais seguro". Em outubro deste ano foi criada a cartela "Os primeiros mil dias e a nossa saúde".
Estudos científicos apontam que os cuidados nos primeiros 1000 dias (a gestação mais os dois primeiros anos de vida) podem afetar a saúde de uma pessoa para sempre. A cartela, produzida com linguagem acessível, orienta as gestantes e mães sobre a importância dos cuidados na gestação e nos dois primeiros anos de vida da criança. Orientações feitas pelo líder são reforçadas nesta cartela, a exemplo do pré-natal durante a gestação; alimentação saudável; abstenção de álcool e fumo; aleitamento materno, vacinas e outras recomendações.
 - Conheça as cartelas "Laços de Amor"

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Venha conhecer:


PASTORAL DA CRIANÇA

Venha conhecer:
Dia 26 de abril
(sexta-feira) as 17 ou 20 horas
Na sala de reuniões – Paróquia São José

Venha promover a vida de muitas crianças e gestantes.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Muitos precisam de uma segunda oportunidade para acertar!!

Jornal 198 • Muitos precisam de uma segunda oportunidade para acertar PDF Imprimir E-mail
Quem de vocês já não se deparou com alguém que abandonou a missão ou um trabalho voluntário por mágoa, por estar aborrecido com as críticas recebidas ou por estar cansado de tantas cobranças ou ainda por não ver valorizado seus esforços? Com certeza, conhecemos alguém assim. Essa situação pode nos ensinar muito e nos ajudar a refletir sobre nosso próprio comportamento com relação às pessoas e ao trabalho que desenvolvemos. Sempre é tempo de  mudar. A própria Dra. Zilda Arns nos deixou uma lição sobre isso.  

Certa vez, a Dra. Zilda contou que, em uma de suas viagens, encontrou-se com as lideranças de uma comunidade e perguntou sobre os materiais educativos elaborados pela Coordenação Nacional e enviado para as bases. Ela queria saber a opinião dos líderes e se esses materiais estavam ajudando no trabalho deles. Foi aí que ela tomou conhecimento que muitos materiais educativos, especialmente os vídeos, eram desconhecido daqueles líderes. Perguntou para a coordenadora porque isso acontecia e descobriu que, por receio de estragar o material, ela trancava os jornais, vídeos, programas de rádio e livros em um baú. 


A Dra. Zilda ficou intrigada com esta história e chamou a atenção da coordenadora, dizendo que o material era para ser usado e que se estragasse por excesso de uso seria até um bom sinal, sinal de que muitos tinham recebido as orientações ali contidas. Depois disso, a Dra. Zilda refletiu para entender porque isso acontecia. Viu que o zelo da coordenação local pelos materiais estava relacionado com o medo de alguém cobrar o material depois e ele não estar mais ali, em perfeitas condições. A Dra. Zilda percebeu que havia uma falha de comunicação entre as pessoas.  O material que foi produzido para ser oferecido para as lideranças e para as famílias da comunidade não foi recebido para ser guardado, como se as pessoas não precisassem saber da informação que ali estava. Ao perceber que a coordenadora ficou magoada, a Dra. Zilda conversou com ela e compreendeu uma segunda lição. As coordenações  precisavam de uma segunda chance para corrigir o erro. E uma maneira de animar esta coordenadora foi elogiar o que de bom ela tinha feito e explicar como ela podia espalhar o material educativo entre os líderes e na comunidade e como também podia divulgar seus conteúdos, sem preocupações. 
 
 A partir desta lição, na visita a outras comunidades, a Dra. Zilda começou por elogiar primeiro e ver o lado mais positivo das coordenações. As cobranças aconteciam, mas eram feitas de tal maneira que serviam de apoio para melhorar e expandir o trabalho nas comunidades e para aumentar nas coordenações e lideranças o amor pela Pastoral da Criança. 

 Clóvis Boufler