terça-feira, 23 de abril de 2013

Cartelas "Laços de Amor": mês a mês, os cuidados com a gestação






Assim como o Guia do Líder, livro de referência para todos os trabalhos da Pastoral da Criança, o conjunto de cartelas "Laços de Amor" é importante instrumento que auxilia a atividade do líder no acompanhamento da gestante.

A cada mês, as gestantes acompanhadas recebem do líder uma cartela com as principais informações sobre o desenvolvimento do bebê, as alterações no corpo da mulher, incentivos a que faça seu pré-natal. São mensagens que motivam a autoestima da futura mãe e fazem com que ela acompanhe mês a mês o desenvolvimento do seu filho e os cuidados que deve ter com sua gestação.

No Brasil, muitas crianças morrem nos primeiros dias de vida, a grande maioria por causas que podem ser prevenidas. Por isso, é muito importante realizar o mutirão em busca das gestantes da comunidade. Quando o líder acompanha a gestante desde os primeiros meses é possível ajudar a mãe e o bebê a terem melhores condições de saúde física, mental e emocional.

As cartelas "Laços de Amor" são atualizadas para acompanhar o Guia do Líder. Em 2010 incluiu a cartela da campanha "Dormir de barriga para cima é mais seguro". Em outubro deste ano foi criada a cartela "Os primeiros mil dias e a nossa saúde".
Estudos científicos apontam que os cuidados nos primeiros 1000 dias (a gestação mais os dois primeiros anos de vida) podem afetar a saúde de uma pessoa para sempre. A cartela, produzida com linguagem acessível, orienta as gestantes e mães sobre a importância dos cuidados na gestação e nos dois primeiros anos de vida da criança. Orientações feitas pelo líder são reforçadas nesta cartela, a exemplo do pré-natal durante a gestação; alimentação saudável; abstenção de álcool e fumo; aleitamento materno, vacinas e outras recomendações.
 - Conheça as cartelas "Laços de Amor"

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Venha conhecer:


PASTORAL DA CRIANÇA

Venha conhecer:
Dia 26 de abril
(sexta-feira) as 17 ou 20 horas
Na sala de reuniões – Paróquia São José

Venha promover a vida de muitas crianças e gestantes.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Muitos precisam de uma segunda oportunidade para acertar!!

Jornal 198 • Muitos precisam de uma segunda oportunidade para acertar PDF Imprimir E-mail
Quem de vocês já não se deparou com alguém que abandonou a missão ou um trabalho voluntário por mágoa, por estar aborrecido com as críticas recebidas ou por estar cansado de tantas cobranças ou ainda por não ver valorizado seus esforços? Com certeza, conhecemos alguém assim. Essa situação pode nos ensinar muito e nos ajudar a refletir sobre nosso próprio comportamento com relação às pessoas e ao trabalho que desenvolvemos. Sempre é tempo de  mudar. A própria Dra. Zilda Arns nos deixou uma lição sobre isso.  

Certa vez, a Dra. Zilda contou que, em uma de suas viagens, encontrou-se com as lideranças de uma comunidade e perguntou sobre os materiais educativos elaborados pela Coordenação Nacional e enviado para as bases. Ela queria saber a opinião dos líderes e se esses materiais estavam ajudando no trabalho deles. Foi aí que ela tomou conhecimento que muitos materiais educativos, especialmente os vídeos, eram desconhecido daqueles líderes. Perguntou para a coordenadora porque isso acontecia e descobriu que, por receio de estragar o material, ela trancava os jornais, vídeos, programas de rádio e livros em um baú. 


A Dra. Zilda ficou intrigada com esta história e chamou a atenção da coordenadora, dizendo que o material era para ser usado e que se estragasse por excesso de uso seria até um bom sinal, sinal de que muitos tinham recebido as orientações ali contidas. Depois disso, a Dra. Zilda refletiu para entender porque isso acontecia. Viu que o zelo da coordenação local pelos materiais estava relacionado com o medo de alguém cobrar o material depois e ele não estar mais ali, em perfeitas condições. A Dra. Zilda percebeu que havia uma falha de comunicação entre as pessoas.  O material que foi produzido para ser oferecido para as lideranças e para as famílias da comunidade não foi recebido para ser guardado, como se as pessoas não precisassem saber da informação que ali estava. Ao perceber que a coordenadora ficou magoada, a Dra. Zilda conversou com ela e compreendeu uma segunda lição. As coordenações  precisavam de uma segunda chance para corrigir o erro. E uma maneira de animar esta coordenadora foi elogiar o que de bom ela tinha feito e explicar como ela podia espalhar o material educativo entre os líderes e na comunidade e como também podia divulgar seus conteúdos, sem preocupações. 
 
 A partir desta lição, na visita a outras comunidades, a Dra. Zilda começou por elogiar primeiro e ver o lado mais positivo das coordenações. As cobranças aconteciam, mas eram feitas de tal maneira que serviam de apoio para melhorar e expandir o trabalho nas comunidades e para aumentar nas coordenações e lideranças o amor pela Pastoral da Criança. 

 Clóvis Boufler

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Pastoral da criança é a pesca milagrosa !

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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Bolo de batata doce de duas cores sem farinha


  As batatas roxas vieram da nossa chácara em Piracaia. Tudo agora que tem algum potencial de brotar eu enfio na terra sem método nem disciplina. Brotam aqui nos vasos, eu vou levando pra lá onde são plantados quase sempre sem identificação. Ainda estamos resolvendo outras coisas, por isto estou plantando a torto e direito. O que nasce é lucro. Por isto achei um lucro danado quando cheguei lá e vi secando no chão umas poucas batatas que o caseiro conseguiu salvar de um lugar que seria cavocado.  Nem sabia que tipo de batata era e fiquei super feliz quando descobri que eram estas roxas. 

Já falei delas no post onde dei a receita do pão roxo. Aliás, estas devem ser filhas daquelas.  Elas são muito nutritivas e ricas em antioxidantes, mas não são tão doces, por isto são boas não para se comer puras como as brancas e amarelas, mas para fazer doces, pães etc. 

Parte das batatas colhidas usei para fazer um pão (parecido com este do link acima), que levei ainda quente à casa da amiga Marly na semana passada e foi prontamente devorado com umas pimentas jalapeños assadas recheadas, super ardidas, deliciosas. Combinou. 

Já a receita do bolo ganhei da amiga baiana Silvinha que esteve aqui recentemente. Ela trouxe de Lençois, Chapada Diamantina, da pousada do ex-marido Alcino, onde é servido o melhor café da manhã que já provei entre todas as pousadas e hoteis por onde andei. Aliás, o famoso café da manhã da Estalagem do Alcino servido numa grande mesa coletiva (veja este vídeo, com Caio, filho da Silvinha, servindo - não pára de chegar itens)  foi idealizado na época em que Silvinha também era proprietária, inspirado no café da manhã servido na casa de sua avó. De lá pra cá, Alcino tem incrementado a cada dia e o bolo anotado na agenda da Silvinha, servido atualmente lá,  foi a base que usei para o meu.  

Para começar, queria usar as batatas roxas. Como não havia muito delas, completei com batatas amarelas. E como pressenti que a coloração não ficaria rosada e sim cor-de-burro-quando-foge, reservei um pedaço das duas batatas para fazer cubinhos e colorir o bolo. Também achei que o bolo inspiração era mais úmido, um tipo de pudim. E o meu, queria tentar fazê-lo mais fofo, por isto diminuí os líquidos o quanto pude. Concentrei ainda mais o leite, na forma de doce em vez de leite condensado e leite de coco. E usei fermento além das claras em neve. Juntei noz moscada e canela para perfumar. O modo de fazer não veio na fórmula anotada, mas não foi difícil deduzir, pelo menos para chegar aonde eu queria. 

A massa ficou densa e tive medo que crescesse no forno e depois murchasse, mas não. As meninas francesas Cecile e Sofie, além da argelina Yasmin e a sobrinha Flora,  que estão hospedadas aqui, começaram a perceber o bolo assando pelo aroma bom. Depois degustaram, gostaram, tentaram advinhar as especiarias e elogiaram. Educadas, lógico, mas aceitaram mais e comeram tudo. Fiquei feliz. 

O bolo assado desenformou facilmente, não abaixou e ficou fofo. Está certo que não fica sequinho como um bolo de trigo, mas é um bolo fofo e úmido. De qualquer forma, não fica denso como um pudim e o sabor ficou bem bom, afinal batata-doce combina com noz moscada e canela. 

Acredito que o uso exclusivo de um tipo de batata não interfira no resultado, mas gostei muito dos cubos coloridos. E mesmo que faça uma massa monocromática, os cubos de batata produzem um efeito decorativo quando o bolo é cortado. E o melhor é cortar depois de frio. Eu aparei todas as beiradas para o bolo esfriar rápido - e as meninas comeram tudo. Mas não precisa, claro. Basta cortar os quadrados e nhac! 




Bolo de batata doce de duas cores 

50 g (1/4 de xícara) de manteiga em temperatura ambiente 
1 e meia xícara de açúcar 
4 ovos (claras separadas)
1/4 de xícara de doce de leite cremoso (usei da marca Aviação)
1 pitada de sal 
1 colher (café) de noz moscada ralada na hora 
1 colher (chá) de canela em pó 
600 g de purê de batata doce (cozida em água até ficar macia, descascada, espremida ainda quente e usada depois de fria - equivalente a 3 xícaras com o purê bem apertado - pode usar batatas de variedades diferentes)
1 colher (sopa) rasa de fermento químico em pó 
1/2 xícara de batata doce cozida cortada em cubos de 1 centímetro (pode ser dos dois tipos escolhidos para o purê ou do único tipo usado) 

Na batedeira bata a manteiga até formar um creme. Junte aos poucos, sem parar de bater, 1/2 xícara de açúcar. Adicione as gemas, uma a uma, com a batedeira ligada. Acrescente, aos poucos, mais 1/2 xícara de açúcar e continue batendo. Junte, aos poucos, o doce de leite, o sal, a noz moscada e a canela. Coloque o purê de batatas e bata bem até a mistura ficar bem homogênea. Acrescente o fermento e bata só até misturar. À parte, bata as claras em neve com o açúcar restante. Despeje a massa de batatas sobre as claras e misture com cuidado para obter uma massa uniforme. A massa deve ser densa. Acrescente os cubos e misture delicadamente. Coloque a massa em forma baixa de bolo, de tamanho médio,  untada com manteiga e polvilhada com algum amido (usei araruta, mas você pode usar também polvilho ou farinha de mandioca). Leve ao forno médio e deixe assar até dourar e se soltar das bordas da assadeira. Espere esfriar e corte em quadrados. 
Rende: 20 pedaços 

FONTE: BLOG COME-SE

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Pastoral da Criança 30 anos!

Jornal 197 • Irmã Vera PDF Imprimir E-mail
Como você sabe, neste ano, a Pastoral da Criança está comemorando seus trinta anos de existência. Certamente, temos muito a agradecer a Deus e a cada um de vocês que fazem essa bela Pastoral. Mulheres e homens que encontraram o verdadeiro sentido para suas vidas. São anos de muitas construções. Construções feitas em rocha firme, como a que nos aponta Jesus. Construíndo sobretudo o Reino de Deus, ajudando as nossas famílias acompanhadas a viver de maneira mais digna, segundo o coração de nosso Pai que está no céu.
https://www.pastoraldacrianca.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2072:jornal-197--irma-vera&catid=79:irma-vera&Itemid=150





segunda-feira, 25 de março de 2013

SER CRISTÃO É SER MISSIONÁRIO!


 Jesus Cristo, após a ressurreição, antes de subir aos céus deixa esta ordem: 
“Ide por todo mundo e anunciai o Evangelho a todos os povos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estarei convosco todos os dias até os fins dos tempos” (Mt 28, 16-20).


Durante séculos a palavra “missão” se dirigia aos religiosos e religiosas que saíam de um país e iam à terras distantes para anunciar o Evangelho. Após o Concílio Vaticano II, toda Igreja passou por novo entendimento de missão: Todo batizado, ou seja, cada um de nós tem dentro de si, pelo batismo, a vocação de ser missionário. Ser cristão é ser missionário. Mais do que nunca a Igreja necessita de missões, de anúncio do Evangelho para aqueles que não conhecem Jesus Cristo e não são batizados e de modo especial evangelizar a multidão de cristãos que necessitam de uma visita, de um anúncio do evangelho, de um convite, de conversão e de retomada de sua vida como cristãos.

Nesta mesma linha, a Palavra de Deus nos alerta que para viver a dimensão missionária em nossa vida é preciso cultivar no coração, nas atitudes, no modo de ser e agir uma atitude de serviço. Jesus nos diz: “Vós sabeis que os chefes das nações as oprimem e os grandes as tiranizam. Mas entre Vós não deve ser assim: quem quiser ser grande, seja vosso servidor e quem quer ser o principal, seja o servidor de todos”.

O modo de ser do cristão missionário é um jeito novo, que brota da mensagem do Evangelho, ou seja, atitude de serviço, de gratuidade e de doação. O Evangelho é totalmente contrário à imposição, ao domínio e à opressão de pessoas. O que comove as pessoas e as transforma em seguidoras de Jesus Cristo são as atitudes do evangelizador, do missionário acolhedor e incentivador. É presença amiga; que sabe se condoer com a dor e tristeza, mas alegrar-se com o jeito cultural de ser das pessoas. As pessoas têm uma sensibilidade humana e afetiva e isto requer do evangelizador atitudes de proximidade, de confiança e acima de tudo que tenha uma mensagem para transmitir.

Jesus ainda continua: “Porque o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida, com resgate de muitos”. A vida de Jesus foi um serviço continuo. De um lugar para outro, caminhava, animava, curava, acolhia as pessoas. E as multidões se aproximavam dele para ouvi-lo. Mas por amor e pelo nosso resgate, ele mesmo doou sua vida através da morte de cruz, para que todo aquele que nele crer
tenha vida e seja salvo.

Que o Sagrado Coração de Jesus derrame abundantes graças e bênçãos sobre cada um de nós. Saúde aos doentes, alegria aos tristes, esperança aos desanimados.

Dom Juventino Kestering
Bispo de Rondonópolis • Mato Grosso

segunda-feira, 18 de março de 2013

O Ramo São José na novena do padroeiro

A pastoral da criança ramo São José da Vila Nova, participou animando o 3º dia  novena. 

As crianças e jovens da Comunidade Kanazawa fizeram cartazes com palavras como fé, vida,etc... Expressando seus desejos de um mundo melhor.

Obrigado a todos que auxiliam a pastoral da Criança e a Cáritas!
Quer ser líder ou apoio na pastoral da Criança? Venha falar conosco.
até breve!
alexandre




quarta-feira, 13 de março de 2013

Obesidade Infantil: um problema que não estraga só a brincadeira

Rio Grande do Sul entra na luta contra a obesidade infantil

Segundo o IBGE, quase 90% das crianças brasileiras consomem gordura acima do recomendado

Rio Grande do Sul entra na luta contra a obesidade infantil Fernanda Golle/Arquivo Pessoal
Com brincadeiras, Colégio Bom Conselho, em Porto Alegre, dá dicas de alimentos saudáveis Foto: Fernanda Golle / Arquivo Pessoal
Quando bate o sinal para o recreio no Colégio Bom Conselho, em Porto Alegre, às 10h5min, os alunos correm em direção ao bar para matar a fome. Os alimentos preferidos são geralmente croissant e pão de queijo.

Mesmo que a lancheria ofereça uma prateleira cheia de frutas, sanduíches naturais e iogurtes, essas opções são acolhidas por apenas 20% dos estudantes. Há cerca de três anos, uma nutricionista foi contratada pela cantina da escola para planejar cardápios mais saudáveis. Mas a mudança leva tempo.

A iniciativa da escola reflete o desafio atual do Rio Grande do Sul. Figurando em primeiro lugar nas estatísticas brasileiras quando o assunto é obesidade, o Estado é alvo de campanhas para mudar este cenário. Uma, do Ministério da Saúde, e outra da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SRS).

Tendo como slogan "Obesidade Infantil: um problema que não estraga só a brincadeira", a campanha gaúcha tem outdoor na rua, mídia eletrônica, jingle e ações em parques.

Assista ao vídeo:
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2013/03/rio-grande-do-sul-entra-na-luta-contra-a-obesidade-infantil-4071810.html


De acordo com a secretária geral da SRS, Cristina Targa Ferreira, a prevenção deve começar cedo — de preferência, ainda na gestação e nos primeiros dois anos após o nascimento.

— Alimentação e educação no início de vida representa prevenção a doenças crônicas. As crianças obesas serão adultos com hipertensão, diabetes e problemas cardíacos — afirma Cristina.

Enquanto os pediatras buscam conscientizar para uma mudança de atitude dos pais, o Ministério da Saúde ataca nas escolas públicas. A ação do governo federal ocorre em todo o país e pretende mobilizar escolas para o planejamento de ações ao longo do ano.

O tipo de atividade dependerá de cada escola, mas entre as atividades estão avaliações físicas nas crianças, como medição de índice de massa corporal e encaminhamento dos alunos com problema para médicos do Sistema Único de Saúde (SUS). A adesão das escolas está aberta até sexta-feira.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 90% das crianças brasileiras consomem gordura acima do recomendado, enquanto o excesso de açúcar faz parte da dieta de 80% delas. Estima-se, ainda, que cerca de 30% das crianças brasileiras estejam em sobrepeso ou obesas. O problema é que essas crianças são mais propensas a desenvolver diversos males à saúde, como hipertensão, aumento do colesterol ruim, doenças cardiovasculares, alterações no sono e diabetes tipo 2.

— O excesso de peso em crianças está relacionado a um grande desequilíbrio entre gasto de energia e má alimentação. É preciso reverter a situação e combater essa epidemia da obesidade — afirma a nutricionista Alessandra Luglio.



Dicas para os pais:
— Faça comidas coloridas e com desenhos, para tornar lúdico o momento da refeição;

— Dê o exemplo com seus próprios hábitos diários de alimentação e exercícios físicos;

— Evite emitir avaliações e comentários negativos sobre o aspecto físico do seu filho;

— Use a criatividade para oferecer comida e lanches saudáveis diferentes, e tenha sempre em casa uma essas opções;

— Incentive e participe das atividades físicas — vale prática de esportes, caminhada, corrida ou academia;

— Construa a autoestima e o respeito por si mesmo com seu filho: elogie seus esforços, incentive-o a cultivar seus talentos e interesses de forma saudável;

— Pergunte ao seu filho sobre como ele gostaria de ser ajudado. Entre em um acordo com ele e siga o que combinaram;

— Converse com seu filho sobre as propagandas que envolvem modelos perfeitos e que apelam para a busca do corpo ideal.

 Fonte jornal
ZERO HORA