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quinta-feira, 30 de março de 2017

Cultivo de horta caseira ajuda família a superar momento difícil

cpf meioambiente 2Há alguns meses, a família de Mara Teixeira colhe pimentão, hortelã, tomate cereja, manjericão, mostarda, salsinha, cebolinha, e cada almoço tem sido mais rico e saudável com alimentos vindos do quintal.
Mara, que é líder da Pastoral da Criança na comunidade Nossa Senhora Aparecida, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), assistiu a um programa de televisão e viu uma horta em garrafas pet. Isso serviu de inspiração para que iniciasse uma pesquisa na internet sobre como plantar em sua casa, junto com a experiência de toda vida, com uma infância muito feliz no quintal desta mesma casa - onde tinha abacate, goiaba, banana e ela estendia as roupas pegando uva direto do parreiral. Anos mais tarde, sua sobrinha construiu uma casa no terreno, o que fez com que essa plantação deixasse de existir.
Envolver as crianças e a família toda
Você já teve a experiência de colher uma fruta direto do pé e saboreá-la em seguida? De usar na principal refeição do dia um tempero colhido a poucos metros da sua cozinha? De ver seu filho orgulhoso por colorir o prato com verduras e legumes que ele mesmo semeou, acompanhou o crescimento e recolheu da terra?
Escolher alimentos mais saudáveis para toda a família faz parte da formação de um hábito importante para a saúde. Envolver as crianças nesta escolha desde cedo e incentivar que elas participem do cultivo e do preparo dos alimentos, contribui para o desenvolvimento saudável por toda a vida.

Oportunidades para novos desafios

Em outubro de 2013, Mara saiu da escola onde trabalhava como merendeira e tinha contato com muitas crianças. E também seu cachorro, que cuidava com tanto carinho, morreu. Apesar do sofrimento, Mara passou a ter tempo para se dedicar, por em prática seus conhecimentos com plantas e procurar novas atividades. Passou a ser líder da Pastoral da Criança, envolveu-­se com artesanatos e atividades ligadas à terceira idade, tornando­-se de novo ativa e envolvida com sua comunidade. Vende os artesanatos que produz e expõe nos eventos de Casa Aberta da Pastoral da Criança.
Todos os dias de manhã e à tarde, ela rega suas plantas e gasta para isso cerca de 20 minutos. Relata que água nunca foi um problema. As plantas estão em garrafas pet, vasilhas de plástico e jardineiras. Com a participação da família, vem aprimorando seus conhecimentos sobre separar as mudas para que se desenvolvam melhor. Nos últimos tempos, porém, observaram o aparecimento de pragas na mostarda e estão tentando combatê-­las.
Dra. Zilda
“Agradeço a Deus porque você tem consciência de que as crianças são o futuro do Brasil e do mundo”.
Papa Francisco
"É necessário encontrar modos para que todos possam se beneficiar dos frutos da terra, não só para evitar que aumente o abismo entre quem mais tem e quem deve se contentar com as migalhas, mas sobretudo, por uma exigência de justiça, equidade e de respeito pelo ser humano”.

Reaproveitar para economizar

Para iniciar o plantio, a líder utilizou terra comprada no mercado, mas percebeu que esta terra não era de boa qualidade e era cara. Então, resolveu criar o seu próprio composto orgânico, misturando a terra do seu quintal com folhas secas, cascas e restos de alimentos em um recipiente de isopor com tampa, forrado com plástico.
Mara recebeu mudas de capim limão e tomate cereja de vizinhos e também doou para a escola e para vizinhos seu manjericão, outros produtos e sementes da horta. Fazendo a secagem das sementes, replantou os tomates e pimentões. Hoje, diz que não precisa mais comprar temperos, pois utiliza do próprio cultivo.
Toda a família é muito envolvida com a horta. Ficam entusiasmados quando notam o crescimento das plantas e mal podem esperar para colhê­-las e consumí­-las. Mara demonstra alegria quando se refere a horta: “É como se eu estivesse embalando um neném”.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Aproveitamento integral e reaproveitamento de alimentos para mais economia e saúde

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Foto: Arquivo da Pastoral da Criança
Uma batatinha pode ser assada, fazer parte de uma sopa e também virar um purê. As opções são muitas e não devem resumir-se ao primeiro pensamento. O que é comum, entretanto, é ver a casca da batata virar lixo, o que não deveria ser regra. Se bem lavada, é possível transformá-la em um suculento petisco. Se essa não for a opção, ela pode ainda fazer parte do adubo orgânico, que servirá para nutrir hortas caseiras.
Por este motivo, nenhuma fruta, legume ou verdura deve ser visto como apenas uma opção de alimento. Todos eles oferecem várias possibilidades. O feijão que sobrou pode transformar-se em uma sopa. Frutas que estão muito maduras podem virar compotas e geleias. Saber aproveitar todos os nutrientes de um alimento pode significar mais saúde para a família e menos gastos para os responsáveis pela casa.
Dra. Zilda
“Como é bom transmitir amor e alegria a todos, o mesmo amor que Jesus demonstra por cada um de nós”.
Papa Francisco
“Não podemos habituar-nos às situação de degradação e miséria que nos rodeiam. Um cristão deve reagir”.
A Pastoral da Criança busca estimular entre as famílias acompanhadas o olhar para o aproveitamento integral dos alimentos. A ação Alimentação Saudável e Hortas Caseiras, por exemplo, procura colaborar para minimizar o gasto da família com alimentos e incentivar o consumo de legumes, frutas e hortaliças para uma alimentação mais diversificada e nutritiva. 
Em Santo Amaro (SP), voluntários da Paróquia Nossa Senhora do Carmo foram capacitados na ação Hortas Caseiras no mês de maio, e agora podem indicar com mais propriedade técnicas de proveito dos alimentos. “Foi um momento de espiritualidade celebrar o cozimento dos alimentos para melhor aproveitamento de todos os ingredientes”, contou a coordenadora da Pastoral da Criança da Paróquia, Aline Cristina de Almeida Freitas.
A ideia vai ao encontro do que orienta o Ministério da Saúde, através do Guia Alimentar para a População Brasileira, que pretende promover a saúde e a boa alimentação, combatendo a desnutrição e a obesidade no país. 

Nova realidade

Uma história da ação mostra a importância de se tratar sobre o tema. Em 2011, ao visitar uma comunidade de Sítio Alto em Simão Dias, diocese de Estância, Sergipe, Irmã Fausta – na época coordenadora estadual, ouviu uma história que a deixou emocionada. “A coordenadora da comunidade me chamou à parte e perguntou se eu via uma casa bem distante pintada de branco. Respondi que sim”, conta a religiosa. Segundo a Irmã relata, a coordenadora disse que atrás daquela casa tinha um espaço bem grande, cercado e que era chamado de cemitério das crianças, e que “desde que a Pastoral da Criança chegou por lá e começou a atender aquela comunidade, inclusive com as capacitações em Hortas Caseiras e Alimentação Saudável, ali naquele cemitério nunca mais foi enterrada nenhuma criança”.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Aprenda a fazer chips naturais de legumes


01 de Abril de 2015 • Atualizado às 10h46


Os chips de legumes são ótimas alternativas para substituir os produtos industrializados servidos como aperitivos. Eles podem ser feitos em casa, de um jeito muito simples e prático. O CicloVivo separou cinco sugestões de alimentos que podem ser transformados em chips naturais. As opções são para os mais diversos gostos.
1. Batata-doce
A batata-doce é um ótimo alimento para fornecer energia através de carboidratos complexos, ou seja, que não elevam rapidamente o açúcar do sangue. Ela é indicada para quem pratica atividades físicas e, em pequenas quantidades, a quem está de dieta.

Foto: iStock
2. Mandioquinha
Fonte de fibras, a mandioquinha ajuda a reduzir os níveis de colesterol no sangue. Ela também possui altos níveis de vitaminas C, B, K e E e propriedades anti-inflamatórios e antioxidante.

Foto: iStock
3. Beterraba
A beterraba ajuda a desintoxicar o organismo, estimula a produção de glóbulos vermelhos, é fonte de vitamina e ferro e de fibras, que ajudam na digestão. Além disso, a beterraba possui poucas calorias, o que a torna ideal para quem quer perder peso.

Foto: iStock
4. Abobrinha
A abobrinha é mais um legume que fica extremamente saboroso em forma de chips. Ela é rica em potássio, que ajuda a dar elasticidades às artérias e também a prevenir as câimbras. A abobrinha também é rica em vitaminas A e do complexo B, fósforo, cálcio e magnésio.

Foto: iStock
5. Batata
As batatas produzem os chips mais tradicionais. Por ser tão popular, esta opção tende a agradar muitas pessoas. Além disso, ela também traz benefícios à saúde. A batata é rica em vitamina C e B, zinco e magnésio. Suas propriedades antioxidantes ajudam a combater o envelhecimento e deixam as células mais saudáveis.

Foto: iStock
Como fazer:
O processo é praticamente o mesmo para todos os alimentos. Após higienizá-los, é necessário cortá-los em fatias bem finas. Uma boa opção é usar o ralador, para garantir que as tiras serão bem fininhas. Este cuidado deixará os chips mais crocantes e eles serão assados mais rapidamente.
Deixe o forno pré-aquecido em 180ºC. Forre uma forma com papel manteiga, espalhe as fatias. Em um recipiente separado, misture azeite, sal e pimenta a gosto. Passe a mistura sobre as fatias e leve a forma ao forno por 20 minutos. Depois desse tempo, vire as fatias e leve-as de volta ao forno até que fiquem crocantes. Uma sugestão é utilizar a opção “dourador” no forno.
Redação CicloVivo

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Deus se revela em preferência dos pobres

Pastoral da Criança

pastoral da criancaCom o objetivo de atender aos mais necessitados, a Pastoral da Criança é um organismo criado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que através de sues voluntários desenvolvem ações básicas de saúde, nutrição, educação e cidadania, com crianças de 0 a 6 anos de idade.
A Pastoral da Criança também tem como missão trabalhar a evangelização e cuidar do desenvolvimento das crianças, sem distinção de raça ou cor, credo religioso ou político, nacionalidade ou profissão.
A ação concreta nas comunidades está ligada aos principais valores da Pastoral, crendo que . A coordenação da Pastoral se ramifica em vários níveis, que vai do nacional, estadual, diocesano e paroquial.
Pastoral da Criança